Com a medida de afastamento social para evitar propagação da Covid-19, áreas movimentadas e aglomeradas, como os condomínios, carecem de higienização reforçada e colaboração de todos para reduzir circulação. No Brasil, 33% dos moradores residem em condomínios, locais onde há um fluxo intenso de pessoas e compartilhamento de áreas de uso comum e equipamentos.

Depois de um mês da recomendação, a Organização Mundial da Saúde (OMS) continua reforçando as medidas para se proteger do novo vírus. Para tanto, há residenciais que usam a tecnologia ao seu favor, como, por exemplo, deixando as liberações de entrada por conta de uma central 24 horas protegida e monitorada.

Entre os benefícios do modelo nessa pandemia, estão o uso de aplicativo exclusivo para o morador, assembleia remotas, a comunicação via web. No que se refere às medidas de segurança, Walter Uvo, especialista em tecnologia da MinhaPortaria.com, aponta que tentativas de golpe, como de agentes falsos de saúde, é naturalmente evitado.

“O serviço de portaria remota por si já evita essa ação, pois não há liberação sem a autorização de algum responsável. Caso haja chamado para um apartamento, deve ser confirmado com o morador, e caso seja para avaliação no prédio, confirmamos com o zelador ou o síndico do local”, afirma Uvo.

Para o resultado da quarentena na saúde coletiva, há demais ações que os condomínios podem adotar, como criar campanhas de conscientização. No caso dos colaboradores que atuam nos residenciais, os funcionários devem usar equipamentos de proteção individual, no caso dos elevadores, a orientação é usá-los de forma consciente, a OMS recomendou que as famílias o utilizem sozinhas, como medida também para evitar maior intensificação do vírus.

Por: Revista Security