Meses após o surto do coronavírus estourar aqui no Brasil, conseguimos observar mudanças na postura de empresas em relação à este cenário. Muitas delas, principalmente as dos setores do comércio, que dependem de um fluxo de pessoas para gerar receita, mudaram a forma de recepcionar seus clientes. Em supermercados e farmácias, por exemplo, vemos que a equipe de segurança somente autoriza a entrada do indivíduo após medição de temperatura e higienização das mãos com água e sabão ou álcool em gel.

Esses novos hábitos viraram senso comum e possuem forte tendência de se manterem após a pandemia. Governos estaduais e prefeituras estudam cenários que reforçam a exigência de higiene e limpeza para clientes e funcionários. Certamente a nova etiqueta social se tornará um fator a ser levado em conta na atribuição de novas atividades.

Medição e higienização nas entradas do comércio

A necessidade por um item não será mais o único ponto levado em consideração na hora de um cliente se deslocar para o seu comércio. Além de garantias como bom preço, produto de qualidade e um pós-venda efetivo, o cliente exigirá higiene e limpeza no local. As exigências se tornam maiores quando este consumidor fizer parte de um grupo de risco ou tiver qualquer outra complicação de saúde.

Ao vigilante responsável pelo posto, cabe filtrar o fluxo de pessoas nas entradas de um estabelecimento e fazer com que as diretrizes de segurança epidemiológicas sejam cumpridas. A adoção desses comportamentos são fundamentais na garantia da saúde individual e coletiva.

Reforço na higienização para funcionários

Em casos de recepcionistas ou porteiros e controladores de acesso, vemos uma importante questão sobre a periodicidade em que as mãos são lavadas. Os funcionários que possuem maior exposição às doenças são aqueles que lidam com o público – conheça clicando aqui as diferenças dessas funções com a de vigilante -. Sabendo do alto nível de contaminação que o Coronavírus tem, será necessário adotar um esquema de higienização com intervalos de três horas. Desta forma, será possível eliminar mais uma via de contaminação.

Outro reforço necessário será o da equipe de limpeza. Itens e objetos com alto grau de manuseio, precisam ser esterilizados mais vezes, como controle remotos, telefones, botões de acionamento de portão, telefone comercial e etc. Portanto, manter borrifador com álcool em nível 70% nesses lugares estratégicos, ajuda a evitar a propagação do vírus.

Lembre-se que o cumprimento do escopo de segurança é uma estratégia eficaz no combate de perigos invisíveis, mas você não precisa se preocupar muito com isso ao contratar uma empresa de segurança privada.

Por: Globalseg