Com importantes responsabilidades, o síndico é fundamental na gestão dos condomínios e no cuidado com o bem-estar dos moradores.

Segundo dados do IBGE, apenas no município de São Paulo, 5 milhões de pessoas moram em mais de 30 mil complexos residenciais, o que evidencia a importância da presença e atuação desse profissional, que vem conquistando espaço e relevância, aliando trabalho a novas tecnologias.

É importante ressaltar que de acordo com a lei 1.348 do Código Civil, o eleito a exercer essa função será o representante legal do condomínio, tendo o papel de zelar e garantir pelo seu bom funcionamento e que, para isso, precisa tomar algumas ações básicas.

O síndico e a segurança

O síndico deve, como gestor, estar em conexão com todos os profissionais que atuam no condomínio, desde a limpeza até a equipe de vigilância. Precisa, também, conhecer a fundo os equipamentos, processos, sistemas e tecnologias empregados na segurança do patrimônio físico e humano.

Por esta razão, está nas mãos deste profissional a principal medida a ser adotada: a Prevenção. Este trabalho começa nas reuniões de condomínio. “É pelo morador que a segurança tem início. Por isso, o síndico precisa manter todos informados sobre procedimentos e processos, podendo usar as reuniões de condomínio para isso”, explica especialista em segurança.

É possível, também, formar um conselho ou comissão que acompanhe os assuntos relativos à segurança. Esse grupo deve conhecer todo o projeto de segurança, reafirmando o compromisso do gestor com a máxima qualidade na rotina de proteção condominial.

Fica ainda sob a responsabilidade do síndico se atentar para a questões periférica e de acesso (portarias, entradas de pedestres e veículos, grades, muros, cercas e alambrados, câmeras e outros sistemas de proteção), manter todos os equipamentos (eletrônicos e de comunicação) e portões sempre funcionamento, contando com materiais de reserva e equipe de manutenção para emergências.

Quando um síndico, consciente de suas atribuições, assume a gestão de um empreendimento, é necessário que ele mostre para os condôminos que segurança patrimonial é investimento e não custo. “Equipamentos adequados, equipe treinada e capacitada, gerida por supervisores especializados em segurança faz toda diferença neste processo”, reforça o especialista.